10.04.2004 |Seja lá qual for a desconfiança da Agência Internacional de Energia Atômica em relação ao urânio no Brasil, logo, logo vai descobrir que enriquecimento em nosso país não é coisa que se esclareça com inspeções de rotina. Em casos como os de Paulo Maluf e Celso Pitta nem a quebra do sigilo bancário dos ex-prefeitos na Suíça parece suficiente para dar fé a qualquer denúncia de desvio de dinheiro público em São Paulo. A verdade é que o brasileiro sempre foi um povo condescendente com o enriquecimento alheio. Sabe aquele vizinho que de repente comprou dois carros importados, a casa do lado e foi esquiar em Courchevel? Em geral é muito bem aceito no bairro, visto como cidadão de vida social ascendente, exemplo a ser seguido pelo bestalhão que trabalha feito um condenado sem conseguir sair do vermelho no cheque especial. Com R$ 3 milhões no bolso, Zeca Pagodinho pode beber o que quiser sem dar satisfações a ninguém. Está lá no capítulo IV, versículo XII da ética de Xerém, a bíblia dos pés-de-cana: enriquecimento no Brasil dispensa explicação. Diz a psicanalista Maria Rita Kehl - de quem sou macaco de auditório – que “para a opinião pública, determinadas somas de dinheiro tornam obsoletas quaisquer considerações éticas”. Certas questões só teriam valor até o limite de cinco zeros. “Acima dessa cifra, uma nova metafísica se instaura: alguns valores falam por si, sem necessidade de apoio em nenhum outro critério desses que regem a vida dos homens normais” - guardei essa crônica que Maria Rita escreveu sobre o caso Zeca Pagodinho no AOL. Ainda que o enriquecimento do urânio no Brasil não se compare ao de Zeca Pagodinho, tem sido analisado com freqüência à luz da ética de Xerém pelo ministro Celso Amorim, líder do movimento ‘O Urânio É Nosso’, contra a intromissão de organismos estrangeiros em questões de soberania nacional. Bobagem do Celso. Não precisa nem saber muita coisa sobre o enriquecimento do urânio no Brasil para desconfiar que alguma coisa esquisita, não necessariamente ilícita, esteja por trás disso. É cultural: não se enriquece no Brasil por métodos convencionais. Seja no mercado financeiro, na Internet, no governo, na empresa do pai - nesses lugares, enfim, onde se ganha dinheiro -, o cara tem sempre que reinventar o pulo do gato para encher a burra e lavar a égua, coisa que em geral acontece da noite pro dia, de repente, o cara dorme pobre e acorda rico. Pois bem, se nenhum enriquecimento no Brasil resiste a uma CPI, a questão passa a ser por que o urânio é a bola da vez, se a gente ainda nem sabe direito o tanto que Waldomiro enriqueceu no tempo em que Dondom jogava no Andaraí! Ainda que, a exemplo do que foi aqui concluído em relação a Zeca Pagodinho, o enriquecimento de um não tenha nada a ver com o do outro, tá cara que tem o dedo de José Serra nessa história. Já, já alguém do Ministério Público ligado ao PSDB vai pedir a quebra do sigilo telefônico do urânio. Repara só!
Até agora, quase 1h não consegui dormir. Mas tá valendo. To assistindo o idiota do Homer Simpson e dando altas gargalhadas. No episódio que estou assistindo o Homer fica com os braços presos em slot machines de refrigerantes e chocolates. Os bombeiros vem salvá-lo. Um deles saca uma serra elétrica e diz que vai ter de cortar os braços dele. Homer então pergunta: Ei, eles vão crescer de novo, não vão?
E agora, no fim, Homer cai num lixão e comça beijá-lo.
Ontem as coisas foram meio complicadas. No trabalho, as coisas foram bem atribuladas. Algum stress, até que suportável. À tarde, aquela chuva, já fiquei imaginando o trânsito pra voltar. Trabalhei mais, esperando o tempo passar. Bateu a angústia. Sentimento que felizmente não costuma me pegar. Lembro apenas de umas 2 ou 3 vezes na vida que isso aconteceu.
Para os que não me conhecem bem vale uma explicação. Fui casado por quase 7 anos. Tenho 2 filhos. Estou separado há cerca de 4 meses. Está doendo muito ficar longe deles. Chegar em casa e não ter o barulho deles está sendo muito duro.
Quando saí do escritório fiquei mais algum tempo batendo um papo com uns colegas, apenas jogando conversa fora, pro tempo passar. Fui em direção à minha casa. Encontrei outros amigos no bar da esquina de casa. Apesar de estar com eles a sensação sufocante foi aumentando. Ficando insuportável
Aí, quando já me preparava pra encher a cara para dormir rápido, um anjo me ligou. Fui buscá-la, viemos pra minha casa. Desabafei, a noite inteira. Um chato. A pressão foi diminuindo. Ouvi palavras de carinho. Abraços.
Fui levá-la pra casa com o dia quase clareando.
Precisava escrever isso, até para agradecer a você Li. Vc é muito especial.
[Deus] oi Aleixo, passei, para deixar um "adeus" e demonstrar minha sincera admiração por você. Sempre estarei visitando seu blog, com meu verdeiro nome é claro, e espero que continue assim, sempre criativo, e com essa presença de espírito que sempre teve. um grande abraço de despedida, do seu sempre amigo, e que sempre levará voce no coração... Gódi
ESSELENTÍCIMO MANO RESPONSÁVEL DA JUSTIÇA AQUI DA ÁREA
Eu, Vandergleisson Olímpio dos Santos, pode ser mano Vander nas intimação (é como meus truta me chama, tá ligado?), se fazendo representar pelo meu chegado, Dr. Mano Clayton, adêva dos bom e estelionatário da hora, venho perante Vossa Magnitude interpor CAUTELAR INOMINADA c/c PEDIDO ELIMINAR Contra a polícia que invadiu o Bingo. Certo?
DO MÉRITO
Bom, caso que o poblema é dois, perfeito? Eu se encontrava divertindo-me no Bingo do Bolacha. Tava alí bem belo, faceiro, quando derrepente entra os gambé tudo armado, e aí magnata...aí a casa caiu.
Maluco, tinha que vê! Não quiseram nem levá um léro. Reçalta-se que até tentei puchá uma conversa, na humildade, mas nada. Aí engrossaram e eu falei: "não embassa, doido! Não tá vendo que eu tô aqui me divertindo, mano? Cês entram como querem na bagaça, sem bater, e zoa com o barato todo aí, dos meu?"
Mas não adiantou nada. Chegaram passando geral, levaram tudo. Foi as máquina de fliper, foi caça-níkeu, e o pior: foi tudo as cautela!!!! E é aí queu chego nos finalmente. Só entrei com esta ação cautelar, por um motivo: eu quero minha cautela de vorta!
Ah, fala sério! Manos vacilão, pá e tal. Faz 12 ano que eu jogo no Bingo do Bolacha e nunca ganhei nem caneta de vale brinde. Aí no dia queu fécho os baguio alí, grito BINGOOO, entra os gambé e passa geral! Cumé qui é, mano. Cadê a justiça? Foi eu que comprei a cautela. E agora?
Tá certo queu meio que se exaltei um pouco umas hora lá e disse pros home: "aí, mano, aqui tem pra trocá", "sai quicando que o barato é meu, maluco!"
É, tentei me impor e só levei uns tapaço de mão aberta. Mas isso não é motivo pra levá meu jogo (e premiado!).
DOS PEDIDO
Assim, dessa forma e posto isso, só venho pedir de vorta minha cautela premiada qué preu buscá o prêmio lá co Bolacha. Pô, na miúda, só entre a gente, magnata: adianta o lado aí, sem ouví os gambé (esnaudita autera partys). É porque se ficá embassando muito, o Bolacha é capaz de fugir com a minha grana e sabe cumé, como dizia um chegado meu, gente boa pra cacete (o mano Menudo, o Sr. conhece?), "camarão que dorme a onda leva".
Caso Vossa Meritríssima não queira acatar minha eliminar, se digne a bater um fio pro Lula, pra que ele devorva a grana queu gastei na cautela, corrigido e em ficha de fliper. No Space Invaders, de preferência.
Sorvete sabor vodca tem recepção fria na Austrália
A idéia era refrescar os bebuns australianos. Mas o lançamento do picolé com sabor de vodca acabou deixando os fabricantes de ressaca. Tudo por conta das críticas de grupos de combate ao consumo de álcool na terra dos cangurus.
O fabricante do Vodka Cranberry Magnum se defende e diz que o picolé não contém álcool, e que é produzido para o consumo de adultos.
Por outro lado, o diretor da Rede Comunitária de Ação contra o Álcool, Geoff Munro, argumenta que sorvete é um produto originalmente concebido para as crianças. "O sorvete familiariza as crianças com o gosto do álcool desde muito cedo, e isso deveria ser evitado".
O editor do UOL Tablóide, sempre surpreso com as inovações da indústria, se pergunta quando alguma empresa fabricará o tão famoso pudim de pinga.
Fuck unbelievable!!! Perdi o sono, domingo, 5h. Ligo o computador começo ler alguns blogs (Deus, Gothan, Coisas de Tio, Tunel do Tempo, Absolutment Fabulous). Tava lendo o post da Selina sobre o Skank e começa rolar no Sony, Saint Germain - Sure Thing. Album de 2000. Não to acreditando. Achei que nunca ia ouvir isso na TV.
Santo Aleixo BRASIL, Sudeste, São Paulo, Jardins durante o dia, Morumbi à noite, Jogar conversa fora, debates filosóficos, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Música, Esportes, Beber uma cerveja com os amigos MSN - aleixopereira@ig.com.br