Pensado e publicado por Aleixo às 13h57
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Artigo

Meu brother tá mandando bem. Artigo publicado na Gazeta Mercantil de hoje.

 

 

CNPJ mesmo com pendência de sócios

 

12 de Março de 2004 - O Brasil não é um país de primeiro mundo, isto todos nós sabemos. Mas chamou-nos atenção a reportagem de capa da Revista Veja que circulou na última semana do mês de janeiro de 2004. Segundo se verifica naquela reportagem, são muitas as dificuldades do empresário brasileiro na constituição e no encerramento de empresas, o que determina um enorme obstáculo ao desenvolvimento. Chamou atenção, também, ouvir do Presidente Lula, em discurso realizado na mesma semana na Índia, que empresário brasileiro é "chorão" - Pessoalmente essa declaração me causou um tremendo incômodo.

Estas duas situações mostram claramente a distância entre o governo o setor produtivo e comprovam que o Brasil vai demorar, e muito, para a retomada do crescimento econômico.

Sobre esse tema (constituição e encerramento de empresas), muitos empresários e contadores nos têm procurado para verificar os meios de solução dos abusos cometidos pela Secretaria da Receita Federal - SRF, especialmente quanto à obtenção do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ.

A situação mais comum ocorre na constituição de pessoas jurídicas cujos sócios tenham participado anteriormente de outras empresas que estão operacionalmente inativas e que não se encontram regulares perante o Fisco.

Muitas vezes, essas empresas sequer têm dívidas com o Fisco, tendo deixado apenas de cumprir com as obrigações tributárias acessórias. Muitas vezes, também, os empresários participaram daquelas sociedades como sócios minoritários e sequer têm poderes para promover o encerramento regular da pessoa jurídica.

No entanto, a SRF não se sensibiliza com tais argumentos, ainda que a constituição de novas empresas pode gerar empregos e determinar maior arrecadação de impostos, não aceitando o cadastro da nova empresa.

O que o Fisco pretende, todos nós sabemos, é cobrar indiretamente os tributos não pagos ou mesmo o cumprimento das obrigações acessórias não realizadas pelo contribuinte.

Muitos são os argumentos que demonstram a ilegalidade e o abuso do Fisco nesse tipo de situação e o Poder Judiciário têm sido sensível aos pleitos do contribuinte, concedendo, na grande maioria dos casos, liminares contra esta flagrante ilegalidade.

Como é de conhecimento geral, a obtenção do CNPJ deve observar o que dispõe a Instrução Normativa 200/2002. Os dispositivos responsáveis pela vedação ao cadastro do contribuinte em questão são os artigos 16 e 48 que assim dispõem: "artigo16 - A inscrição no CNPJ somente será concedida quando o pedido houver sido deferido por todos os órgãos convenentes de que trata o artigo 8º. (....) parágrafo 3º Será deferido o pedido de inscrição por todos os órgãos convenentes quando não constar, nos registros do CNPJ, pendência impeditiva." - "Artigo 48 - Para fins do CNPJ, constituem pendências perante a SRF:(....) II - em qualquer caso, a existência de sócio, acionista, empresa consorciada ou filiada, representante legal ou titular da pessoa jurídica que figure, em qualquer dessas condições, em outra pessoa jurídica enquadrada na situação cadastral referida no artigo 28, parágrafo 1º, inciso III, alínea "d" (suspensa, omissa contumaz, omissa não localizada ou inexistente de fato) ou inciso IV (inapta)." (grifos nossos). Segundo o Código Tributário Nacional, os atos normativos oriundos do Fisco fazem parte do se chama "Legislação Tributária" e, portanto, devem ser objeto de cumprimento pelo contribuinte. Não se pode esquecer, porém, que este tipo de normatização deve estar em consonância com o sistema jurídico brasileiro, em especial a constituição e as demais leis vigentes e não é isso que se verifica no caso. Explicando em poucas palavras, a referida Instrução Normativa é inconstitucional e ilegal, porque vigoram os princípios da legalidade, o do livre exercício profissional e do trabalho e da hierarquia das normas. Os julgamentos a seguir demonstram claramente tal situação: "A restrição ao exercício de atividades do contribuinte, como forma indireta de coação ao pagamento de tributos, atenta contra a garantia do livre exercício de trabalho, ofício ou profissão e contra os princípios que norteiam a atividade econômica, consagrados nos artigos 5º, XIII e 170 da Constituição Federal.

O C. Supremo Tribunal Federal repeliu esta conduta, consoante os enunciados das Súmulas 70, 323 e 547. Há o perigo de ineficácia da medida caso a segurança venha a ser concedida somente ao final, porquanto na pendência do trâmite do processo ficará a sociedade impedida de realizar regularmente as suas atividades, sofrendo prejuízo injustificável.

Presentes os pressupostos que autorizam, impõe-se o deferimento da liminar em mandado de segurança". (TRF 3ª Região - Sexta Turma, AG Proc. 2003.03.00.017007-0, Rel. Mairan Maia; j: 14/02/2001; DJU: 18/06/2003). (grifos nossos). "Tributário e Administrativo. Inscrição no CNPJ (Antigo CGC/MF). Instruções Normativas. Restrições às Pessoas Físicas e Jurídicas que se encontram com pendências tributárias. Impossibilidade. Princípio Constitucional da Reserva Legal.

1 - Não pode o fisco estabelecer meios coercitivos indiretos de cobrança de tributo impedindo a inscrição no CNPJ, que substitui o antigo CGC/MF, com base em instrução normativa que extrapola a letra da lei, caso tenha o contribuinte débito para com a Fazenda Pública.

2 - Com o advento da Constituição de 1998, somente é possível estabelecerem-se sanções ou restrições a direitos, através de lei formalmente editada, resultante do processo legislativo, sob pena de ferir-se o princípio da reserva legal.

3 - Os documentos exigidos quando do registro comercial dos atos constitutivos das empresas estão dispostos no artigo 37 da Lei 8.934/94, sendo vedada, em seu parágrafo único, qualquer exigência.4 - Remessa Oficial não provida.(TRF da 3ª Região - REOMS 186033 - 98.03.086652-4, Quarta Turma, DJU de 2 de agosto de 2002, página 787). (grifos nossos).

Vê-se, assim, que o Fisco age de forma extremamente abusiva quando nega a inscrição de empresa nova somente porque um de seus sócios participou de outras pessoas jurídicas inaptas, seja pela falta do pagamento de tributos ou pelo não cumprimento de obrigações acessórias.

O Mandado de Segurança tem se mostrado um excelente recurso para coibir tal prática do Fisco, enquanto perdurar a distância entre o Governo e o contribuinte., pois o Poder Judiciário tem atendido ao "choro" do empresário brasileiro.(Legal & Jurisprudência1)(Rogério Aleixo Pereira - Advogado e Contabilista - Sócio da Aleixo Pereira Advogados).



 Pensado e publicado por Aleixo às 10h55
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Terror

Como pode alguém querer matar outrem, apenas porque tem a cor de pele diferente ou acredita em um deus diferente? Religiões medievais obscurantistas que deveriam dar suporte moral e psicológico para os fiéis enfrentarem as angústias normais dos seres humanos, pregam a destruição de outros. Algo precisa ser feito. Primeiro foram os Estados Unidos e a turba petista e quetais chegou a aplaudir o ocorrido em 11 de setembro. E agora, será que vão dizer a mesma coisa? Que o Aznar apoia os Estados Unidos e que por isso o povo espanhol deve sofrer as consequências desse apoio. Ora, todos sabemos que governo e povo, dificilmente tem as mesmas posições e opniões sobre os diversos assuntos. Quer dizer que se Lula gosta de Fidel e Hugo Chavez, eu, por exemplo, não tenho a menor simpatia pelo ditador e pelo louco. Então devo sofrer as consequências nefastas desse apoio do governo Lula?



 Pensado e publicado por Aleixo às 08h05
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IncomPeTência

O samba do petista doido - Ubiratan Jorge Iorio

O partido dos trabalhadores que nunca foram de trabalhar, dos estudantes que nunca foram de estudar e dos intelectuais que nunca foram de pensar (além dos estreitos limites demarcados pelos panfletos do marxismo), agora é o partido dos governantes que não são de governar! Pois não é que, reunida no final da última semana, a cúpula do PT – o partido que é, por delegação popular, o governo! – conseguiu gerar um manifesto contra o governo, mais especificamente, contra a política econômica do governo? Os mesmos que, por mais de duas décadas, nada, rigorosamente nada, fizeram além de criticar, de ser do contra, de tentar criar CPI’s para apurar qualquer roubo de galinhas (especialmente quando os acusados eram dos partidos oponentes), de jogar para platéias pouco afeitas ao hábito de pensar, até que, finalmente, em 2002, com uma grande ajuda do prestidigitador Duda Mendonça, conseguiram ludibriá-las, agora, já com quatorze meses no comando do país, conseguem cometer a imprudência das imprudências, que é a de criticar publicamente a política econômica do ministro da Fazenda, filiado ao PT, pagador do dízimo do PT, ex-prefeito do PT, ungido pelo PT e escolhido pelo PT... Tamanha insensatez chega a levar-nos a perguntar se o tal manifesto não seria apenas uma tentativa – pouco inteligente, é verdade, mas, de qualquer forma, um subterfúgio – de desviar o foco dos holofotes do “waldomirogate”, tão comprometedor de seu comissário-mor José Dirceu, um estratagema desesperado para evitar uma CPI que viesse a tirar o tapete da sala e revelar a sujeira asquerosa até aqui encoberta, mostrando à população que a tão propalada ética do partido dos barbudos sempre foi uma farsa, que suas tão proclamadas boas intenções sempre foram um disfarce e que suas tão decantadas qualidades um embuste. Farsa, disfarce e embuste! Mas cremos não ser este o objetivo do manifesto. Se o for, trata-se de algo secundário, diante do retumbante desfile de incapacidades, marcados pelos tambores da incompetência e ladeado por milhares de bandeiras vermelhas de vergonha, cujas estrelas-símbolo procuram escapar para perto dos mastros, para que passem despercebidas dos olhares menos atentos.Às cantilenas desafinadas que agrediam insistentemente os ouvidos mais apurados, aos raps do “é preciso mudar”, “vamos ousar”, “vamos alterar isso que está aí”, “chega de favorecer os banqueiros”, “vamos estimular o mercado interno”, “vamos redistribuir a renda”, “fora FMI”, “o povo unido jamais será vencido” e outras estultices irresponsáveis do gênero, desnuda-se agora, fria, sem vida, cadavérica, a verdadeira peça que tinham para apresentar no palco das responsabilidades de comandar uma nação, que é, parafraseando o gênio de Debussy, uma “Pavane Pour une Étoile Défuncte” (“Réquiem Para uma Estrela Defunta”)...De fato, enquanto pastava nas paragens da oposição irresponsável que sempre exerceu, ao gado petista não era necessário explicitar quais seriam as mudanças, as ousadias, as alterações, a política monetária, os estímulos à atividade econômica, os meios de redistribuição da riqueza, a dispensa do FMI e o respeito ao povo. Talvez essa ausência total de explicações fosse até certo ponto tolerável – apesar de ferir profundamente a ética -, desde que os políticos e economistas estrelados as tivessem escondidas, à espera da hora certa para pô-las em prática, ou, ao menos, as estivessem arquitetando com seus pares. Mas hoje é perfeitamente claro – e só não vê isso quem é “deficiente visual do cérebro”, que esses que nos governam irresponsavelmente não tinham e nem têm a menor idéia do que fazer em relação ao que sempre disseram que iriam fazer, uma vez alcançado o poder.O nome disto é, sem rodeios, estelionato eleitoral.Uma vez assentados nas estofadas cadeiras brasilienses, colocaram na avenida as alegorias gramscianas: a do “núcleo duro” e a dos “históricos”, o primeiro grupo seguindo quase que exatamente a política econômica do governo anterior, que tanto criticaram durante oito anos; e os segundos fazendo embaixadas para as arquibancadas, como aquele senhor, já bastante provecto, faz durante os intervalos dos jogos no Maracanã, para distrair a platéia. Os endurecidos alegam que estão preparando o país para as “mudanças”, ao passo que os carcomidos pelo historicismo ultrapassado engasgam-se vinte e quatro horas por dia com a palavra-doninha “social”, de tanto dela fazerem uso indevido... É claro que, aos apupos gerados pela impopularidade das medidas duras mostradas no primeiro carro alegórico, os do segundo respondem dizendo que se trata de uma neoliberalização do primeiro. Mentira deslavada, porém calculada. Gramsci os ensinou. Ou, talvez, o tenham aprendido a partir de uma concepção equivocada da máxima do rei Salomão, fingindo que estão divididos para que possam melhor governar...Na presença desses dois grupos fabricados para inglês ver, mudar a política econômica (entenda-se, aqui, a política monetária), seja para esfriar o caso dos bingos e, assim, para esquentar a cadeira do sr. Dirceu por mais tempo, seja para dar início à ópera bufa do “espetáculo do crescimento”, seria exatamente proceder como naquela piada à la Bocage, em que o protagonista, tendo decidido cometer o suicídio, enganou-se e assassinou o irmão gêmeo... O problema, no caso do PT, é que o assassino, além de permanecer vivo, estará no poder.A verdade é que estamos sendo governados por gente que não é do ramo. A bem da verdade, do ramo das sociedades abertas e democráticas. A praia deles é outra, a do partido único, das eleições forjadas, da corrupção oficial varrida para baixo do tapete, dos opositores presos e da censura a qualquer tipo de crítica. A praia da tal “sociedade justa, solidária e igualitária”. A praia socialista. Socialismo real em Ipanema, no Guarujá, em Porto de Galinhas, em Iracema, em Camboriú? Não dá nem para imaginarmos... No Brasil de hoje – como, de resto, no mundo de hoje – só os fanáticos crêem na viabilidade de se reconstruir a utopia. As urnas, já neste ano, irão demonstrar isso. Para o bem de nosso povo. Enquanto as eleições não chegam, vamos cantar o samba do petista doido: “CPI já”!Ubiratan Jorge Iorio é Doutor em Economia pela EPGE/FGV, Vice-presidente do Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista (CIEEP) e Professor da UERJ, FGV e IBMEC. É autor, entre outros, do livro "Economia e Liberdade: a Escola Austríaca e a Economia Brasileira".

 

 



 Pensado e publicado por Aleixo às 16h36
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Politiqueiros

Mais um exemplo da forma como agem os novos donos do poder. Não mudou nada, né!

Filho de José Dirceu faz lobby em Brasília: apoio de Waldomiro Diniz

O jornal Folha de São Paulo traz reportagem nesta quarta-feira na qual aponta José Carlos Becker de Oliveira e Silva, o Zeca Dirceu (na foto discursando), filho do Ministro Chefe da Casa Civil, como tendo se empenhado pessoalmente para liberar verbas do Orçamento. O nome dele é listado cinco vezes em um documento da Fundação Nacional de Saúde, feito em dezembro de 2003 na Casa Civil, e que define as emendas parlamentares que teriam recursos comprometidos no orçamento. Funcionário de 3º escalão da administração Requião no Paraná, ao todo, Zeca Dirceu teria negociado a liberação de R$ 607 mil em recursos para obras públicas em duas cidades do noroeste do Paraná. Segundo a Folha, o filho lobista é identificado pelas iniciais JCB, o único caso na lista em que a identificação, no campo destinado aos autores da emenda, é feita por iniciais. Pré-candidato a prefeito pelo PT em Cruzeiro do Oeste, ele conseguiu o empenho de R$ 560 mil em recursos do orçamento de 2003, obtendo muito mais sucesso que três deputados federais eleitos, Dilceu Sperafico (PP), Nelson Meurer (PP) e Alex Canziani (PSDB), que juntos conseguiram empenhar apenas R$ 175,9 mil para obras no Paraná. Encontro com Waldomiro - Desde que Lula assumiu, Zeca passou a circular pelos corredores de Brasília. Segundo a Folha de São Paulo, já teve audiência com sete ministros, foi recebido pelo próprio presidente no Palácio do Planalto e se reuniu com diversos servidores que ocupam cargos decisórios. O jornal aponta que o valor total dos projetos de interesse de Zeca gira em torno de R$ 8 milhões. Para obter êxito, o filho de José Dirceu teve a ajuda do pai e do assessor-amigo Waldomiro Diniz, flagrado cobrando propina para aprovar projetos de interesse de um bicheiro. Diniz teria apoiado Zeca a organizar uma "agenda de visitas" no coração do poder. Flagrado pela reportagem fazendo lobby em Brasília, Zeca não respondeu às perguntas enviadas pela Folha de São Paulo e assessores não informaram quem paga as constantes viagens. O Ministro Chefe da Casa Civil, José Dirceu, também se furtou de responder os questionamentos do jornal. No Paraná, Zeca faz propaganda de suas relações com o poder. Em materiais impressos, ele aparece em fotos assinando documentos em papéis timbrados ao lado de prefeitos da região. Publicado em 10.03 - 11h18.


Arruaceiros

A turma de anarquista do MST, CUT e PT resolveram se posicionar contra os transgênicos. Só se esquecem que em sua pátria mãe, Cuba, a produção de alimentos é totalmente composta de transgênicos. Como explicar essa nova contradição? Para quem lê um pouco e não aceita tudo que é dito sem pensar, tudo já é bem claro há algum tempo.

 

Tribunal Popular contra Transgênicos é nazista, diz Federação da Agricultura do RS

“É um tribunal nazista, visto que simula abrir espaço para o contraditório, mas o principal já foi decidido, que é a condenação dos transgênicos”. Assim define Nestor Hein, o diretor jurídico da Farsul (Federação da Agricultura do RS), o Tribunal Internacional Popular sobre os Transgênicos, que fará um julgamento simbólico nesta quinta-feira (11.03) em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O diretor da Farsul não usa subterfúgios para qualificar a iniciativa. “Há inúmeros exemplos de tribunais como este na Alemanha de Hitler. Aliás, outro aspecto semelhante é o fato de que os nazistas imaginavam em sua loucura estar fazendo um bem para a humanidade ao exterminar judeus, a chamada Solução Final. Estes grupos atuais também imaginam que ao bloquear a pesquisa e o avanço da ciência estão fazendo um bem geral. Na verdade, estão jogando o Brasil e os brasileiros no obscurantismo, nas trevas”, enfatiza. A iniciativa do tribunal fictício, cujos réus – os transgênicos – já estão condenados antes mesmo de ficarem diante do júri, é de entidades como PT, CUT/RS, Sindicato dos Professores do RS, Via Campesina e MST. Hein também se diz surpreso que o Tribunal Internacional dos Transgênicos seja presidido por José Felipe Ledur, juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. “Não acho aconselhável que ele faça parte desta farsa. Uma pessoa que preza o princípio da ampla defesa, do contraditório, não poderia presidir um tribunal persecutório e excludente, que condena antes de julgar” afirma. No início da noite desta quinta-feira, após um dia inteiro de confraternização e debates, será divulgada a sentença condenando os transgênicos. Publicado em 10/03/2004.



 Pensado e publicado por Aleixo às 13h54
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Sounds from the Thievery Hi-Fi

Thievery Corporation

No fim de semana ouvi bastante este album. Levada de baixo potente. Ruidos ao fundo, percussão. Meio dub, meio reggae. Muito bom.



 Pensado e publicado por Aleixo às 08h39
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Quero um desse pra mim

 
Esportivos    GM revela o novo Corvette conversível
Chevrolet Corvette
Chevrolet CorvetteCarsale - A General Motors apresentará a versão conversível do novo Corvette no Salão de Genebra (Suíça), que começa na próxima terça-feira (2). O modelo, que será fabricado em larga escala e deve chegar ao mercado norte-americano em setembro, vem com capota de lona com vigia de vidro. Para acionar o mecanismo basta um toque no botão. O sistema precisa de apenas 18 segundos para cobrir todo habitáculo.

O novo esportivo é equipado com o mesmo motor da versão C6, o V8 de 6 litros, que rende 405 cavalos de potência e 55,4 kgfm de torque. O conversível será oferecido no mercado com duas opções de transmissão: automática de quatro marchas e manual de seis. Ambas transmitem a potência do motor às rodas traseiras. Com esse conjunto mecânico o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e atinge 290 km/h.



 Pensado e publicado por Aleixo às 08h29
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Cedo

 

Não aguentei ir para a academia, apesar de ter acordado no horário normal. Estou com gripe, mas pelo menos a garganta melhorou.



 Pensado e publicado por Aleixo às 07h25
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Paixão de Cristo

O novo filme de Mel Gibson tem causado muita polêmica onde é exibido. Nunca li a bíblia então não posso opinar sobre a pseudo-mensagem anti-semita do filme. Um cara que escreve bem pra caramba, o Janer Cristaldo, que é um grande estudioso escreveu um artigo à respeito. Por ser pessoa fidedigna, acabei por concordar com sua posição no assunto.

 

 

Falsa Polêmica

Entre os muitos filmes que não pretendo ver, está A Paixão de Cristo, a última realização de Mel Gibson, que estreou na semana passada nos Estados Unidos e pretendia faturar 100 milhões de dólares até este domingo passado. Nestes dias em que o valor artístico de uma obra de arte é medido em milhões de dólares, a notícia deste faturamento em uma semana me afasta de qualquer sala. Filmes que agradam milhões são concebidos para saciar os baixos instintos da maioria. As primeiras reportagens sobre o filme me contam que a tortura do herege judeu que se pretendia deus percorre vinte dos 118 minutos do filme. Lá pelas tantas, o diretor arranca um pedaço de carne do Cristo e deixa quatro costelas à mostra. Os eventuais espectadores que me desculpem, mas é preciso ser muito doente para pagar por cenas tão estúpidas, que além do mais nada têm a ver com o relato histórico. Gibson resolveu assumir uma versão soft do gênero snuff movies, e como o grande público não distingue mesmo entre sangue e molho de tomate, faz-se do corpo do nazareno uma pizza atomatada que leva as platéias ao delírio. Da estupidez das massas depende o faturamento de Hollywood. Não contem comigo. Para conquistar público, o filme chega carimbado com o timbre de polêmico, não por esta concessão a uma estética de açougue do diretor, mas por atribuir aos judeus a responsabilidade pela crucificação do Cristo. Nossos jornalistas, que parecem jamais ter lido os Evangelhos, reiteram à exaustão este lado “polêmico” do filme, e buscam depoimentos de líderes religiosos do judaísmo e cristianismo para jogar mais lenha à fogueira. Um dos principais rabinos de Israel, Yona Metzger, escreveu ao papa mostrando-se preocupado com a possibilidade de o filme abalar os esforços de reconciliação entre judeus e cristãos iniciados em 1965, quando o Vaticano rejeitou a noção de que os judeus eram coletivamente responsáveis pela morte de Jesus. Franco Zefirelli, que fez um outro filme sobre Cristo e tem 81 anos, idade suficiente para entender algo do mundo, afirma que o filme é um ''retorno ao obscurantismo medieval cristão anti-hebraico''. Ou seja, nunca leu a Bíblia. Ora, a polêmica não existe. Os esforços dos rabinos de Israel, dos cardeais do Vaticano ou dos Zefirellis da vida não têm o condão de eliminar fatos da História. No Evangelho de João está escrito com todas as letras: Então, os chefes dos sacerdotes e os fariseus reuniram o Conselho e disseram: “Que faremos? Esse homem realiza muitos sinais. Se o deixarmos assim, todos crerão nele e os romanos virão, destruindo nosso lugar santo e a nação”. Um deles, porém, Caifás, que era Sumo Sacerdote naquele ano, disse-lhes: “Vós de nada entendeis. Não compreendeis que é de nosso interesse que um só homem morra pelo povo e não pereça a nação toda? Não dizia isto por si mesmo, mas sendo Sumo Sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus iria morrer pela nação – e não só pela nação, mas também para congregar na unidade todos os filhos de Deus dispersos. Então, a partir desse dia, resolveram matá-lo (João XI 49-50). Para Ernest Renan, atrás de Caifás há um outro responsável, Hanã, sogro do Sumo Sacerdote. Se o evangelista põe na boca de Caifás as palavras que condenam Jesus à morte é porque se supunha que ele, como Sumo Sacerdote, teria dom de profecia. “Mas essas palavras, quem quer que fosse que as pronunciou, foram o pensamento de todo o partido sacerdotal”. E Hanã era o cabeça do partido. “Foi Hanã (ou, se assim o querem, o partido que ele representava) que matou Jesus. Hanã foi o principal ator nesse drama terrível, e muito mais que Caifás, muito mais do que Pilatos, deveria carregar com o peso das maldições da humanidade”. Enfim, Hanã ou Caifás, ambos eram judeus e defendiam interesses da hierarquia judaica. Ainda segundo Renan, os sacerdotes viram como derradeira conseqüência daquela agitação “uma agravação do jugo romano e a destruição de suas riquezas e suas honras”. Um mês antes da Páscoa, Jesus já fora condenado pelos sacerdotes judeus. Se afirmar este fato é ser anti-semita, os atuais acusadores de Mel Gibson deveriam dirigir seus impropérios ao evangelista João, e não ao cineasta. Para os judeus, Cristo, ao se anunciar como Deus e filho de Deus, era um herege. Para os romanos, politeístas, deus a mais ou deus a menos pouca diferença fazia. Pilatos dá uma chance ao Cristo. Na ocasião da Páscoa, costumava-se soltar um preso. Pilatos pergunta à turba, que evidentemente não era de romanos: “Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado o Cristo?” A turba judaica preferiu soltar Barrabás. É estupidez profunda, ignorância histórica abissal, considerar que os romanos foram os responsáveis primeiros pela morte de Cristo. Pilatos tentou salvá-lo. Os judeus não o permitiram. Os judeus foram responsáveis não só pela morte do Cristo. Foram eles que mandaram Paulo para uma prisão em Roma. Entre outras acusações, estava a sua boa amizade com Trófimo, que era não-circuncidado. Líderes religiosos judeus estão vendo no filme um libelo anti-semita. Isto é, afirmar um fato histórico virou anti-semitismo. Na Alemanha e no Canadá, já é crime ousar duvidar dos números do holocausto. Mais um pouco, e vai para a cadeia quem ousar citar João, o evangelista. No ritmo em que vamos, a ortodoxia judaica fará da história o mesmo que dela fizeram os stalinistas.



 Pensado e publicado por Aleixo às 14h39
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Piada

Essa piada eu peguei no Charges. Muito boa.

NUM RESTAURANTE

Um homem entra num restaurante e vê uma mulher muito bonita sozinha numa mesa. Ele se aproxima e pergunta:

- Estou vendo você sozinha nessa mesa. Posso sentar-me e fazer-lhe companhia?

Escandalizada, a mulher responde berrando:

- Seu mal educado! Transar comigo? Você acha que eu sou o que?

O restaurante todo ouviu. O rapaz, não sabendo onde por a cara tenta consertar:

- Eu só queria lhe fazer companhia, mais nada.

E a mulher, berrando outra vez :

- E você insiste! Atrevido!

O rapaz sai de fininho, e vai sentar-se no outro canto do restaurante, cabisbaixo. Depois de alguns minutos, a mulher se levanta e vai até a mesa dele e diz:

- Me desculpe pela forma como eu o tratei. É que eu sou psicóloga e estou estudando as reações das pessoas em situações inusitadas.

E o homem fala berrando :

- 1000 reais ??? Você está louca !!! Nenhuma piranha vale isso !!!! .




 Pensado e publicado por Aleixo às 12h42
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PT mais uma vez

Não tem jeito, não tá dando para segurar. Estou morrendo de rir de um artigo do Clovis Rossi da Folha. Nem eles mesmos se entendem no PT.

CLÓVIS ROSSI

Ridículo

MADRI - A cada dia que passa, mais se fortalece a impressão de que o PT está absolutamente sem rumo. Se não fosse tão triste, seria cômico acompanhar o relato de Kennedy Alencar sobre sua conversa com o presidente do partido, José Genoino. Consultado sobre a nota em que o PT pede mudanças na política econômica, Genoino dá uma de Fernando Henrique Cardoso e parece dizer "esqueçam o que escrevi". Para o ex-deputado (brilhante, aliás, enquanto estava na oposição), "a nota não pede mudanças na política econômica". O jornalista cita então o trecho em que a nota fala em "mudanças na política econômica necessárias à implementação de todos os nossos [do PT] programas sociais, econômicos e administrativos". Genoino escapa com uma pérola risível: "A nota usou tom geral. Não falou em mudar o superávit primário nem a política de juros". Se usou um tom geral, é então para mudar toda a política econômica, menos a política de juros e o superávit primário, que condicionam todo o resto? Ou não é para mudar nada? Aí, vem o líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante, e sobe velozmente no mais amplo muro já construído na política, em declarações à Folha Online: "Como petista, concordo com todas as decisões do partido. Como líder do governo, defendo as decisões do governo". Vai ser claro e combativo assim no raio que o parta. Esse Mercadante por acaso é o mesmo que criticava com toda a virulência a política econômica anterior e pregava mudanças? Não pode ser, porque seria uma baita contradição estar agora a defender "as decisões do governo", que são as mesmas (na economia) do governo anterior, com acréscimo. Mas pode ser, sim, porque ele também defende "as decisões do partido", que pediu mudanças na política econômica. Ou não pediu? Ou pediu no fim de semana e deixou de pedir na segunda-feira?
É de um ridículo atroz.



 Pensado e publicado por Aleixo às 12h08
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Dia Internacional da Mulher

Apesar de já ter passado, vale a pena ler o artigo do Guilherme Fiúza no nomínimo (antigo noponto). No dia em questão, eu e meu irmão haviamos comentado sobre a data e chegamos a conclusão semelhante. Se fossemos mulher, não iriamos quer um dia como aquele.

 

Abaixo o Dia da Mulher

 

Axilas empapadas de suor, barba por fazer e as mãos gordas e peludas gesticulando em primeiro plano, Miro Teixeira acabara de descer de um morro no Rio de Janeiro, em campanha eleitoral, quando soltou a frase imortal: “A mulher, negra e favelada sou eu”. Tendo entre seus concorrentes a senadora Benedita da Silva, ele queria dizer que era a sua, na verdade, a candidatura popular. Mulher, àquela altura, já tinha virado adjetivo, ou advérbio de extratificação social. E é essa mulher abstrata, adverbial, que o mundo homenageia burocraticamente uma vez por ano. O maior movimento feminino de massas que se podia realizar nos dias de hoje seria uma campanha pelo fim do Dia Internacional da Mulher. Uma comissão de damas notáveis da sociedade mundial – auto-selecionadas entre aquelas que nunca participam de comissões – divulgaria sua mensagem: Propomos que, doravante, 8 de março passe a ser o Dia do Mico-Leão Dourado. Ou o Dia da Empregada Doméstica. Ou o Dia do Aposentado. Revogado enfim o Dia da Mulher, as mulheres iam ver o que é libertação de verdade. No ano seguinte, já não teriam que dar de cara com aquelas fotos de chefes de Estado cercados de secretárias e auxiliares administrativas constrangidas. No Brasil, por exemplo, não teriam que agüentar os sermões das Rosyskas, Martas, Jandiras e Heloneidas sobre o que ainda lhes falta dizer aos homens ou obter deles. Ao abrir os jornais e ligar a TV, as mulheres não iriam mais ter que engolir aquelas pautas obrigatórias, frias, repetitivas – que repórteres bem intencionados sempre acabam encerrando com alguma mensagem bondosa (“o que seria do mundo sem elas”, e por aí vai). O mundo precisa se dar conta desse embaraço que é passar a mão na cabeça das mulheres uma vez por ano. Talvez seja preciso surgir uma nova Luz Del Fuego para dizer: “Podem passar a mão, mas vai ser onde e quando eu quiser.” Millôr Fernandes sempre disse que nunca conheceu uma feminista bonita. Um exagero, certamente, pois há várias. Mas a alfinetada não está ao pé da letra. A pergunta é se o feminismo, depois de conquistas históricas, seria ainda essencialmente uma arma contra as frustrações femininas, ou teria virado um clube para abrigá-las. Possivelmente seja um pouco das duas coisas, mas não há lei impedindo que se despolua a causa de seus rancores, preconceitos invertidos e entulhos sexistas – como a tal data anual comemorativa. Não há, hoje, melhor bandeira feminista do que uma Daniela Cicarelli de biquíni: sou linda, sensual, estou à venda (minha imagem, não meu corpo), e sou inteligente, não sou boba, tenho o que dizer. E não me escondo atrás dos meus seios e das minhas coxas. Não pode haver maior machismo do que o Dia Internacional da Mulher. Não que se trate exatamente de um ardil masculino – às vezes, o feminismo é o que há de mais machista. Trata-se de homenagem com cheiro de consolo, de concessão (quem disse que as mulheres são oprimidas? Têm até um dia que é só delas...), espécie de bijuteria moral. Como pode meia Humanidade aceitar uma migalha dessas? Por muito menos (quantitativamente), Jorge Ben esculachou o famigerado 19 de Abril: “Antigamente todo dia era dia de índio”. Se nem o mico-leão dourado quiser o 8 de março para ele, tanto melhor. A data será declarada para sempre vaga pela comissão das notáveis que não participam de comissões (nem de clubes de frustração), um ponto interditado do calendário, vedado a homenagens. Ficará conhecido como o Dia da Desideologização da Mulher, o dia em que o sexo feminino se libertou de seu carimbo classista. Miro Teixeira e outros peludos jamais se apresentarão novamente como verdadeiras mulheres (a não ser por opção sexual que sobrevenha aos seus interesses políticos). E as mulheres poderão voltar a se preocupar apenas em ser mulheres – o que não é pouco. Que o digam as Marias Sílvias Bastos, Daianes dos Santos, Monicas Waldvogels, Zildas Arns, Lias Lufts, Ritas Lees... Aliás, se a média se aproximar desse padrão, a outra metade da Humanidade pode ir pensando em reivindicar o Dia Internacional do Homem.



 Pensado e publicado por Aleixo às 09h05
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Esse é o meu estado hoje. Minha garganta está arrebentada. Tosse, corpo cansado. Acho que estou gripado. Fazia muito tempo que isso não acontecia. Preciso tomar alguma coisa para melhorar. Vou lutar para não me abater, mas tá difícil. Hoje preciso de cama, se for com alguém, só para me fazer cafuné.



 Pensado e publicado por Aleixo às 08h40
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O PT é igual

Pode até parecer, que sou anti-petista. Na verdade, os fatos estão comprovando, dia após dia, que é o PT que dá motivos. Tem feito as mesmas coisas que a Arena, depois o PMDB, depois o PRT, o PSDB. Só se trocam os mosquitos, a merda continua a mesma. A grande diferença do PT é que nos seus quadros existem vários intelectuais e jornalistas, que o defendem incondicionalmente, ainda que de forma desonesta. O artigo do Cony, na Folha, dá uma boa noção do que estou dizendo.

CARLOS HEITOR CONY

O nome do molho

RIO DE JANEIRO - Devemos aos intelectuais do PT uma louvável contribuição à semântica nacional. Antigamente, quando os governos trocavam favores em troca de adesão, eram indistintamente acusados de fisiológicos. Agora, a fisiologia mudou de nome, tornou-se governabilidade.
Para governar, bem ou mal não importa, é necessário cometer atos fisiológicos. Tudo bem. Lula e o PT são mesmo diferentes, desdenham o fisiologismo que sempre combateram. Apenas adquiriram governabilidade.
Já contei duas historinhas a respeito da troca de nomes e conceitos. Uma delas, inspirada no extenso e pitoresco anedotário iídiche, conta que dois judeus, Samuel e Jacó, se encontraram e um deles disse para o outro: "Samuel, meu coração está cheio de tristeza! Ouvi dizer que seu filho está dando!". No dia seguinte, Samuel encontra o amigo e diz: "Jacó, meu coração está cheio de alegria! Meu filho não está dando, está tomando!".
A outra história envolve cristãos. Um abade licencioso vai a Paris e se hospeda numa pensão de prostitutas. Na primeira ceia, servem-lhe um assado de carneiro ao molho de madame Pompadour. O abade prova e se rejubila: "Excelente! Só que lá no meu convento este é o molho de santa Teresinha!".
Dar ou tomar, num certo sentido, podem ser a mesmíssima coisa. Madame Pompadour e santa Teresinha, a cortesã dissoluta e a santinha do Carmelo, conforme as circunstâncias, podem ter o mesmo sabor. Fisiologismo e governabilidade, nos dicionários futuros, serão sinônimos, graças a Lula, ao PT e a seus intelectuais. A língua, como aquela dona da ópera de Verdi, é "mobile".
Para efeitos de "Diário Oficial", que bate o martelo nas nomeações, editais de concorrência e decretos que regulam a vida nacional, os nomes são indiferentes, desde que signifiquem a mesma coisa.



 Pensado e publicado por Aleixo às 17h22
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Cof cof cof

Estou me sentindo bem cansado. Acho que vou ficar resfriado, minha garganta está arranhando, cof cof cof. Ontem trabalhei bastante e cheguei em casa bem tarde. Pode ser isso tb.

Ontem vi novamente Cidade de Deus, desta vez, cópia original e extras. Bem interessante. Fazia tempo que não via um filme mais de uma vez.



 Pensado e publicado por Aleixo às 09h48
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Sonhando com sotaque

Encomendei o livro do Mike Kepp. Chega hoje.



 Pensado e publicado por Aleixo às 14h36
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Apenas um erro

Agora a turma do PT vem com mais essa. "Cometi um erro, não um crime" - José Dirceu.
Está lembrando o Collor "não me deixem só". No fim da história, nenhum crime foi comprovado, então, ele só cometeu um erro.
 
Dirceu quebra silêncio sobre o caso Waldomiro: cometi um erro

O homem forte do governo Lula é destaque de capa da edição deste final de semana da revista “Veja”. Dirceu não admite ter cometido nenhum “ato ilícito” em relação ao seu ex-assessor, flagrado em vídeo cobrando propina de um bicheiro. No entanto, ele confessa: "Cometi um erro e posso admiti-lo”. Ele confirma que chegou a pedir demissão na semana do escândalo. Agora, porém, apesar de toda a pressão política e da imprensa, o ministro-chefe da Casa Civil não cogita mais a hipótese de deixar o cargo na administração petista. “Eu não vou sair do governo. Eu não tenho nenhuma relação com esse caso. Não participei, não apoiei, não tinha conhecimento", defende-se. Questionado sobre por que não afastou Waldomiro Diniz no ano passado, quando surgiram as primeiras denúncias, ele justifica que preferiu dar crédito ao seu amigo de longa data e apadrinhado político: "Eu acreditei nele", explica. Dirceu tem consciência, no entanto, de que irá "pagar um preço político", e de que a opinião pública pode não entender como o “primeiro-ministro” de Lula não foi capaz de perceber as ilegalidades cometidas por seu “braço direito”. José Dirceu se diz contrário à instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar os bingos no país, mesmo com consciência de que a maioria esmagadora da população (81%) concorda com as investigações, conforme recente pesquisa Datafolha.

 



 Pensado e publicado por Aleixo às 14h35
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Início de semana

Nova semana

Segundona, dia universal da Mulher.

O fim de semana foi bastante corrido. Na sexta conheci o Jive, em Higienópolis, lugar bacana, meio podreira, mas o som é muito bom, muitas mulheres. Vale a pena.

No sábado, teve a comemoração do aniversário da Vânia. Peguei as crianças a uma da tarde e fomos no Fogo de Chão da Bandeirantes. Que show! Local novo, bonito, gente bonita, carne de primeira. Vou querer voltar outras vezes. Depois fui para a casa da minha mãe e comemos um bolinho. As crianças adoraram. O Léo ria sem parar com as brincadeiras. Na hora de ir embora, a mesma história - pai, não quero ir, quero ir para sua casa - uma dureza. Com jeitinho convenci os dois. Fui para casa e fiquei de boa. Quase dormi, assisti TV, coisa que não fazia há muito tempo. Aí resolvi descer, acabei pegando o carro e saí de rolê. Tava chovendo e resolvi voltar para casa. Acabei parando no Amarelo e tava o Nal, o Emídio e o Sérgio. Ficamos batendo papo e acabei assistindo a corrida por lá foi bem legal, no fim das contas.

No domingo, peguei o carro e saí sem destino. Mais ou menos 100 Km em Sampa. Voltei pra casa e fiquei vendo os Trapalhões, que continua engraçado. Em seguida fui para o churrasco do Manolo, bem família, tava gostoso. Voltei pra casa e encontrei o Nal no Amarelo. A Li estava lá e acabamos ficando de novo. Nem vi o jogo. Levei ela pra casa umas 7 e passei no Butantã, na Padaria e no Amarelo. Tava o Charles, o Marcelo e a Pati. Depois chegou a Daniela e a Aline. Fiquei sabendo que um dos irmãos Nakabara está em coma, overdose. Que vacilo.




 Pensado e publicado por Aleixo às 10h55
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Santo Aleixo
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