Sexta-feira

Hoje é sexta-feira, finalmente. Estou um pouco cansado. Fui dormir às 8, acordei às 11. Dormi de novo às 3. Às 5 levantei para ir para a academia. Fiz bastante musculação e caminhei 7 Km. Ontem, antes de dormir, falei com os baixinhos, muita saudade. A Sabrina disse que cortou o cabelo e depois teve que cortar curtinho. Vamos ver o que o fim de semana reserva.
Pensado e publicado por Aleixo às 08h45
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Iguais
Acabo de ler no Folha Equilíbrio um excelente artido sobre igualdade e preconceito e acabei escrevendo o texto abaixo para o autor.
Michael Li seu artigo na FSP de hoje e gostei muito. Tanto que vou atrás de seu livro. O brasileiro em especial, não deveria ter esse sentimento preconecituoso até. Senão vejamos - somos um povo basicamente miscigenado. Eu mesmo, sou filho de um pernambucano que era filho de uma mulher meio índia. Pelo sobrenome, provavelmente houve mistura com judel neo-cristão (pereira) e holandes (aleixo - corruptela de aleix). Minha mãe nasceu em SP-SP, neta de italianos e caboclos (meu avo era 1/3 ndio, 1/3 , 1/3 branco). E ainda mais, se eu me der um beliscão na mão e vc tb o fizer, vai doer da mesma forma, somos todos de carne e osso. Mas esteja tranquilo, tenho a impressão que muita gente, sinta que somos mais iguais do que nosso aparência ou ascendência mostrem. Um grande abraço
Alexandre
O artigo que originou esse meu comentário esta transcrito a seguir:
outras idéias
Um preconceito universal
Apesar de ser talvez o povo mais hospitaleiro do mundo, o brasileiro tem, como qualquer outro, um sentimento bairrista, de "nós contra eles", em relação a forasteiros
michael kepp
Quando vou a festas e digo a um brasileiro que me mudei dos Estados Unidos para cá há 21 anos e estou casado com uma brasileira com dois filhos por boa parte desse tempo, ele geralmente diz: "Ah, então você já é brasileiro". Mas, se alguém na mesma festa perguntar a esse brasileiro quem sou, ele invariavelmente diz que sou um gringo. Ao me dar esse rótulo, os brasileiros não fazem nenhuma distinção entre mim e o estrangeiro que chegou aqui ontem. Apesar de eu me ver como meio americano/meio brasileiro, sempre serei considerado gringo aqui. Apesar de ser talvez o povo mais hospitaleiro do mundo, o brasileiro tem, como qualquer outro povo, um sentimento bairrista, de "nós contra eles", em relação a forasteiros. Pode-se dizer que é uma forma universal de preconceito. Não importa que eu ame este país, meu lar adotivo, ou que torça contra a Argentina em qualquer jogo de futebol, seja qual for o adversário. Não importa que eu condene o governo Bush, especialmente sua política externa, e me desassocie da maioria americana que a apóia. Nada disso impede que alguns brasileiros, críticos dos ianques, me perguntem: "Por que vocês, americanos...?". Talvez os brasileiros digam "você já é brasileiro" porque se sentem lisonjeados ao verem alguém que nasceu em um país rico, mas que prefere viver em um pobre. Eu me pergunto se a maioria dos brasileiros diria a um paquistanês ou a um filipino que vivesse aqui há 21 anos: "Ah, então, você já é brasileiro". Mas lembrem-se, isso é só uma teoria. Mesmo brasileiros naturalizados sofrem com o preconceito bairrista do "nós contra eles". Esses "cidadãos de segunda categoria", como diz o cronista naturalizado brasileiro Fritz Utzeri, não podem ser oficiais das Forças Armadas, não podem ser donos de meios de comunicação nem sequer capitães de navios de cabotagem. Quando FHC nomeou Henri Philippe Reichstul presidente da Petrobras, em 1999, os sindicalistas foram contrários à nomeação simplesmente porque ele era estrangeiro (apesar de ser naturalizado). Nem nos Estados Unidos esse preconceito bairrista é um grande impedimento ao exercício de função pública. O americano naturalizado Arnold Schwarzenegger foi eleito governador da Califórnia não só por ser astro de cinema mas também por ser imigrante em um Estado repleto de imigrantes. É difícil imaginar um brasileiro naturalizado tornando-se governador de São Paulo. Por outro lado, os americanos não recebem a maioria dos estrangeiros de forma tão calorosa. Sua própria atitude bairrista se reflete no sentimento de que são superiores a outros povos, especialmente aos estrangeiros de pele escura. Esse -além dos ataques do dia 11 de setembro- é o motivo do duro interrogatório que o pessoal da imigração americana impõe a visitantes de países pobres. Assim como os americanos me atacam por reprovar seu preconceito bairrista, o do "nós contra eles", os brasileiros fazem o mesmo quando escrevo crônicas que critiquem sua cultura. Em vez de considerar minha ótica forasteira um espelho para se olharem melhor, muitos brasileiros reagem com um "quem pediu sua opinião?". Os mesmos brasileiros que me dizem "você já é brasileiro", ao ouvirem a mais leve observação crítica sobre o país, dizem: "Se não gosta daqui, vá para casa". É mais uma forma universal do preconceito. O problema é que meu coração e minha cabeça são brasileiros demais para me permitir sobreviver a um eventual retorno para meu país de origem. Tanto é que eu me sinto mais brasileiro do que americano, por mais que não o seja, e sonho em português, ainda que nesses sonhos fale com sotaque. Talvez o fato de eu sonhar em português devesse ser a senha para oficializar minha brasilidade. Não seria ótimo se brasileiros com atitude bairrista fossem obrigados a aceitar essa senha quando um estrangeiro que adotou este país como lar pedisse para entrar no seu clube exclusivo?
MICHAEL KEPP, jornalista norte-americano radicado há 21 anos no Brasil, é autor do livro de crônicas "Sonhando com Sotaque - Confissões e Desabafos de um Gringo Brasileiro" (ed. Record); site: www.michaelkepp.com.br
Pensado e publicado por Aleixo às 16h36
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Corrupção
Este artigo do Adib Jatene me tocou. Dá até vontade de lutar por um Brasil melhor. Fiquei lembrando da época do Reynaldo de Barros ou Franco Montoro no governo do Estado e a promoção do Paulistinha, que ensinava as crianças a pedirem nota fiscal de tudo, para trocarem por prêmios. Por que não fazer algo igual.
PIB oficial e PIB real
ADIB JATENE
A notícia dizia que na Suécia o valor das multas de trânsito varia de acordo com o patrimônio do envolvido. Isso significa que é maior para quem tem maior poder econômico-financeiro. Ao mesmo tempo, a televisão, que divulgava a notícia, fez rápida pesquisa entre os telespectadores, e todos foram contrários a essa prática, defendendo que o valor da multa deveria ser fixo independentemente da condição financeira do transgressor. Isso me fez refletir sobre o nosso sistema tributário, de um lado, e nossa crônica e institucionalizada sonegação, especialmente pelos que têm melhores condições financeiras. Em primeiro lugar, recuso-me a aceitar que nossa carga tributária seja efetivamente 40% do PIB e que nossa renda per capita oscile em torno de US$ 3.000. Não conheço país com renda per capita desse nível que tenha a pujança que o Brasil tem hoje, em todas as áreas, desde a tecnologia do petróleo, a produção automobilística e aeronáutica, até a nossa agropecuária e agroindústria, das mais avançadas do mundo. Também não conheço país com carga tributária de 40% do PIB com a concentração de renda que temos no Brasil. Se considerarmos a renda apropriada pelos 10% mais ricos e dividirmos pela renda apropriada pelos 40% mais pobres, nos países com carga tributária elevada, o número oscila entre 1 e 1,4. Estão nesse patamar a própria Suécia, bem como Bélgica, Holanda, Japão, França, Alemanha, EUA e Canadá, apenas para citar alguns. No Brasil, esse número é próximo de 7, o que nos coloca entre os países com maior concentração de renda no planeta. Ora, como se consegue concentrar a renda desse modo, senão apropriando-se dela aqueles que a geram? E como se dá essa apropriação, senão sonegando exatamente os que mais geram renda? Algumas pistas me vieram à mente. Todos sabemos que, no Brasil, a grande maioria da população nas suas compras diárias não costuma pedir nota fiscal. É pouco provável que quem vende sem nota vá exigir nota integral na reposição dos seus estoques. É também prática consagrada nas transações imobiliárias reduzir o valor efetivamente pago pelo bem adquirido. Dessa forma, quem compra se isenta de recolher tributos sobre parcela considerável dos recursos e quem vende reduz seu lucro imobiliário e deixa de pagar sobre ele. Há também enorme influência das classes de maior poder econômico sobre a legislação. É sabido que, para se eleger, qualquer candidato precisa mobilizar esquema financeiro fornecido, com ou sem fraudes, pela elite econômico-financeira, que, em conseqüência, influi nas decisões dos parlamentares. Lembro-me de que, quando se regulamentou a CPMF, em 1996, foi incluído artigo que proibia a Receita Federal de usar informações da CPMF para efeito de Imposto de Renda. Foi necessário que o secretário da Receita, à época Everardo Maciel, demonstrasse que, dos cem maiores contribuintes da CPMF, pelo menos 62 nunca tinham pago IR, e havia microempresa que, por definição, não podia movimentar mais que R$ 120 mil por ano e que movimentava R$ 100 milhões. Com isso, a Receita conseguiu no Congresso eliminar a proibição para cruzar informações -o que quase triplicou a arrecadação. Alguém dirá: basta fiscalizar. Acho desnecessário discutir esse detalhe quando juízes e até desembargadores são acusados de vender decisões judiciais e fiscais e estão presos por enviarem milhões de dólares a contas no exterior. Acontece que existe parte da sociedade que procura pagar corretamente seus tributos e, para estes, a carga se torna elevada, porque a atividade econômica não lhes propicia oportunidade de lucro correspondente ao investimento que fazem para existir. Aí estão os prestadores de serviços sufocados, enquanto alguns ostentam nível de vida como se morassem em países com renda per capita de US$ 30 mil. Sendo assim, a arrecadação do governo, de 40% sobre o PIB oficial, não tem correspondência com as necessidades da população, que gera PIB real muito maior. A diferença é inteiramente apropriada por quem gera o recurso sobre o qual não incide nenhum tributo. É isso que causa a concentração de renda e impede a distribuição adequada. E, enquanto mantêm a sonegação e todos os artifícios contábeis apoiados por legislação que os beneficia, ainda pleiteiam redução de tarifas que só poderia ser feita se houvesse a milagrosa interrupção da sonegação em todos os níveis. A conseqüência desse raciocínio é que, na base de todo o nosso problema, encontra-se a corrupção, que precisa ser combatida em todos os níveis. Felizmente o país está acordando para essa realidade. Setores do empresariado e da sociedade, a mídia, o Ministério Público e muitos outros, vêm se movimentando. Recente levantamento em 231 prefeituras mostrou que só 10% não tinham irregularidades nas suas contas, 30% tinham irregularidades por erros administrativos e em 60% os erros eram conseqüência de corrupção. É indispensável a participação e a vigilância da sociedade sobre os eleitos, evitando eleger os que já estão ou estiveram envolvidos em corrupção. Só assim poderemos ter justiça tributária e caminhar para taxar desigualmente os desiguais -único meio, ao lado do combate à corrupção, capaz de melhorar a distribuição de renda e ajustar a captação de recursos públicos, não sobre o PIB oficial, mas sobre o PIB real.
Adib D. Jatene, 74, cirurgião cardiovascular, é professor emérito da Faculdade de Medicina da USP e diretor-geral do Hospital do Coração. Foi ministro da Saúde (governos Collor e FHC) e secretário da Saúde do Estado de São Paulo (governo Maluf).
Pensado e publicado por Aleixo às 07h58
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Que Ferrari que nada.

Esse é o carro! Será que algum dia ainda terei um desses? Sonhar não custa nada.
Lobo em pele de Lobo
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Vinte anos, três gerações e 35 mil unidades produzidas depois, o BMW M5 entra em nova fase. Por enquanto é só um carro-conceito, mas se espera que pouco seja alterado até sua chegada ao mercado, prevista para ainda este ano. Muito se vinha falando sobre o novo M5 nos últimos tempos. E quase todas as suposições -- para euforia dos entusiastas -- se confirmaram. O motor é mesmo um V10 de 5,0 litros (pouco mais que os 4,95 litros do V8 usado até o ano passado, quando a versão saiu de linha), o primeiro com essa configuração de cilindros em um sedã, e desenvolve em torno de 500 cv e 50 m.kgf de torque, uma repetição intencional do número 5. Os dados precisos serão divulgados apenas no lançamento, mas já deixam bem para trás os 408 cv do anterior. A BMW diz que "a potência e o som do V10 estão intimamente relacionados aos do motor que fornece força monstruosa ao BMW-Williams de Fórmula 1". E prova isso com números: de 0 a 100 km/h em "bem menos" de cinco segundos e de 0 a 200 em 13 s, com a ajuda do novo câmbio manual automatizado SMG de sete marchas e dos largos pneus traseiros 285/35-19 (dianteiros 255/40-19). Por fora (fotos internas não foram divulgadas), o M5 mantém sua característica de visual intimidador, porém discreto, sem uso de exagerados aerofólios. As novidades em relação ao Série 5 conhecido resumem-se aos pára-choques, tomadas de ar, saídas nos pára-lamas dianteiros, saias laterais, quatro saídas de escapamento e rodas de 19 pol.
O visual é sóbrio, mas intimidador: uma antevisão do elevado desempenho do motor V10 de 5,0 litros, 500 cv e 50 m.kgf |




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Pensado e publicado por Aleixo às 13h58
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Do que as mulheres gostam

Assim como no filme do Mel Gibson, esse texto é para tentar entender um pouco as mulheres. Claro que isso é impossível, nem elas conseguem se entender.
O que as mulheres dizem e o que elas querem dizer
Por Mário André Monteiro
Existe aquele ditado sobre as mulheres: “Para cada satisfeita, existe um homem morto”.
Os homens passam a vida toda tentando entender as mulheres. E parece que vai ficando cada vez mais difícil. Elas são, sem exagero, os seres vivos mais complicados da face da Terra. E o pior. As próprias mulheres não se entendem.
Nós homens somos tão óbvios e elas tão misteriosas. E por isso, precisamos tomar muito cuidado quando elas nos fazem perguntas, pois dependendo da resposta, as conseqüências podem ser desastrosas. E principalmente, temos que tentar decifrar e compreender o que as mulheres falam. Qual homem não gostaria de ter o mesmo poder de ler a mente feminina que Mel Gibson tinha no filme “Do que as mulheres gostam”?
Um exemplo clássico que acontece sempre é quando pinta uma balada ou festa de última hora. Elas dizem: “Eu me arrumo rapidinho. Só vou tomar um banho”. Quando você ouvir isso, pode esquecer. Em 2 horas, no mínimo, elas estarão prontas para sair.
Ou então, num restaurante, quando você ouvir de uma mulher: “Não, não... Eu pago a minha parte”, considere como um “Estou apenas sendo gentil. Nem sonhando que vou pagar”.
Há algum tempo atrás circulou pela internet algumas frases que mostram o que as mulheres dizem, e o que elas realmente querem dizer. Confira as melhores:
Você acha que eu fico gorda com esse vestido? Faz tempo que a gente não tem uma boa briga!
E se a gente se tornasse apenas amigos? Esqueça! Eu jamais vou permitir que você toque novamente qualquer parte do meu corpo
Eu apenas preciso do meu próprio espaço! Com você fora dele! Tudo bem...
Pizza é uma boa? Seu conquistador barato e vulgar.
Eu apenas não estou querendo um compromisso agora. E isto se aplica especialmente a você.
Eu não sei... Diz você, o que você quer fazer. Não posso acreditar que você não pensou no que íamos fazer!
Eu gosto de você... mas... Eu não gosto de você.
Nós estamos indo rápido demais. Eu não vou dormir com você antes de saber se aquele bonitão já está acompanhado.
Estou quase pronta, só mais um minutinho. Eu já estou pronta, mas vou te fazer esperar por que...bem, eu sei que vou.
Exatamente, coloque esse quadro bem aqui. Eu não tenho a menor idéia de onde vai ficar... Este é apenas um lugar para começar.
Deixa pra lá. Não precisa ter o trabalho de vir aqui. Ainda fica um pouco longe. Não te quero ver hoje.
Gosto de homens inteligentes. Prefiro alguém que seja fantástico na cama
É ótimo ter noticias suas. Por onde tem andado? Mas de onde é que eu te conheço?!
Admiro a tua honestidade. Não podia ter mentido...
Você está com uma ótima cara. Não está mal, mas podia estar melhor...
Eu não te mereço. Está com os dias contados.
A tua mãe tem tanta personalidade! A tua mãe é completamente louca.
O teu cabelo está diferente. Nossa. Que horrível!!
Não é que tenha alguma coisa contra o casamento... Nunca casarei com você!
Mas podemos continuar amigos. Adeus, até nunca.
A minha família é um pouco esquisita. Não quero aprentar você pra minha família.
Você já não viu este filme? Está na hora da novela.
Você sabe que te amo! Passa para cá o Cartão de Crédito.
Preciso de um tempo. Está tudo acabado.
Então este é que é o seu melhor amigo?! Não gosto dele.
A sua amiga é engraçada. É uma bruxa, cheia de varizes e com as pontas dos cabelos queimadas!
Se quiser mesmo ir, vai. Eu não me importo. Quando chegar dormirá no sofá.
A culpa não é sua, é toda minha. A culpa não é minha, é toda tua.
Hoje não dá. Estou cheia de serviço para amanhã. Um trabalho chato e frustrante como o meu é ainda melhor que sair com você!
Pensado e publicado por Aleixo às 13h43
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Dia calmo

Ontem foi um dia calmo. Não fui na academia e fui trabalhar de moto. No fim do dia, peguei meu carro no Mago Som. O som ficou bem forte. Depois dei uma passada no Butantã, como um lanche na padaria e conversei com o Charles no Amarelo e acabei indo dormir cedo, mais ou menos às 11 horas.
De bom mesmo, só o meu celular novo que chegou. Muito legal. Tira e envia fotos, bem interessante.
Pensado e publicado por Aleixo às 08h59
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Primeiro dia do ano

Ontem começou o ano. O trânsito tava infernal. Minha mãe pegando no meu pé. Queria ter ido levar o carro pela manha, no Mago, para fazer o som, ela falou para eu não ir. Acabei levando no fim do dia. Vou gastar quase 2 paus. Uma porrada. Mas o som vai ficar animal. Não vejo a hora de pegar o carro.
À noite teve o bota fora do Peu foi bom, só que fui dormir muito tarde. Hoje tou meio cansado.
Pensado e publicado por Aleixo às 11h26
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Crianças

Busquei as crianças na sexta, no fim do dia. Fomos direto para o Butantã e ficamos no Playland por mais ou menos 1 hora. Eles se divertiram bastante. Descemos para o McDonalds para eles comerem. Em seguida passamos em casa e aguardamos meus pais para ir na Camelo. Foi bem legal.
No sábado, fomos para o Guarujá, com meu pai digindo, então, com muita calma. Fomos por Santos e de balsa. O Léo adorou. Provavelmente, antes, ele não via as coisas direito. Achou o máximo. À noite passeamos de trenzinho e fomos dormir cedo. O Léo só dormiu quando dei a mão para ele. Ia levantar, mas acabei dormindo mesmo.
No domingo pegamos praia e voltamos à tarde. Ficamos um pouco em casa e descemos para eles brincarem. Depois veio a hora triste. No caminho a Sabrina começou a reclamar e ameaçou chorar. Na hora que chegamos o Léo não queria descer do carro. Com muito custo, consegui convencê-lo a descer. Quando vai acabar essa angústia? Tô cansado de chorar por dentro.
Pensado e publicado por Aleixo às 15h45
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Santo Aleixo
BRASIL, Sudeste, São Paulo, Jardins durante o dia, Morumbi à noite, Jogar conversa fora, debates filosóficos, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Música, Esportes, Beber uma cerveja com os amigos MSN - aleixopereira@ig.com.br
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