PT - ParaTodos
Esse artigo está no Estadão de hoje, mas chegou através de email da APADDI. Mostra a forma sofista como se comportam nossos políticos.
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O PT tem toda a razão
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JOÃO MELLÃO NETO
A ocorrência: o senhor Waldomiro Diniz, alto funcionário do governo federal e braço direito do todo poderoso ministro José Dirceu, foi flagrado extorquindo dinheiro de um bingueiro para financiar campanhas eleitorais. O achaque foi gravado em vídeo, com imagens nítidas e vozes perfeitamente audíveis. Está claramente configurado o delito. Contra fatos não há argumentos, não é mesmo?
Depende. O episódio atinge o PT, uma agremiação cujos membros são exímios praticantes da tal da dialética, esta lógica confusa na qual o que é pode não ser, o que não é pode vir a ser e tudo o que existe pode deixar de existir. Após assistir durante vários dias aos esforços dialéticos do partido para, se não justificar, ao menos criar interpretações para o episódio, não pude deixar de recordar de uma antiga parábola, um dos tesouros da sabedoria árabe.
Segundo as Mil e Uma Noites, recriadas por Katibah, existiu no Cairo um governador de nome Karakus, o qual, pelo seu originalíssimo senso de justiça muito provavelmente serviu de influência para os nossos atuais estadistas.
Um ladrão foi detido após tentar invadir uma casa. Ao tentar entrar pela janela, a moldura cedeu e ele quebrou o braço na queda. Levado à presença do governador, para que esse fizesse justiça, o larápio surpreendentemente argumentou, com veemência:
- Quem tem de prestar queixa sou eu! O proprietário da casa foi irresponsável ao deixar a moldura solta! Por causa disso eu é que exijo justiça!
Karakus achou o argumento razoável. Ordenou que a polícia detivesse o proprietário da casa e o levassem a sua presença. O cidadão, conhecendo o governante que tinha, nem tentou defender-se. Tratou de passar a culpa para a frente:
- Nobre Karakus, para evitar fatos lamentáveis como esse, eu paguei ao carpinteiro uma quantia suficiente para que ele instalasse na janela uma moldura segura. Se existe um culpado, só pode ser ele!
O proprietário da casa foi convincente. Tanto que o governador o liberou e mandou prender o carpinteiro.
Este também soube argumentar de modo impecável:
- A madeira era de boa qualidade, senhor. O problema é que, no momento em que eu estava pregando a moldura, passou pela rua uma bela moça, com um vestido decotado, o que me fez distrair-me e colocar os pregos de forma errada. É ela, e apenas ela, a grande culpada!
Constatada a inocência do carpinteiro, ele foi liberado e o próximo a depor foi a tal moça.
Mas ela também sabia se defender:
- Se eu sou bela, governador, a culpa é de Alá! Mas, para colaborar com a Justiça, eu me prontifico a denunciar a tenda onde comprei esse vestido.
A moça foi dispensada e o comerciante, dono da tenda, imediatamente preso.
Como não soube defender-se de forma convincente, o governador ordenou que fosse enforcado na porta da cadeia.
Só que, no momento da execução, surgiu um problema. O comerciante era muito alto, o que inviabilizava o enforcamento.
O povo, impaciente, clamava por justiça. Karakus, sem saber o que fazer, tomou então uma sábia decisão. Mandou prender um comerciante mais baixo e enforcou-o no seu lugar. E assim se fez justiça no reino de Alá!
Pelo que eu estou entendendo da argumentação dos próceres petistas, já pude concluir o seguinte:
1 - O PT é absolutamente inocente neste episódio, porque o Waldomiro não era filiado ao partido.
2 - O ministro Dirceu é apenas mais uma pobre vítima, porque confiou no Waldomiro e foi perversamente traído por ele.
3 - O governo não tem nada a ver com a história porque o fato ocorreu antes de sua posse.
4 - Se existe responsabilidade, é do Congresso Nacional, que até hoje não aprovou o financiamento público das campanhas eleitorais, o que obriga os coitados dos candidatos a buscar desesperadamente fontes de receita para custear a sua eleição.
5 - Um dos grandes culpados é o jogo de bingo, que, por ser altamente lucrativo, acaba por atrair a cobiça dos tesoureiros das campanhas.
6 - A culpa maior é dos antigos fenícios. Se eles não tivessem inventado o dinheiro, fatos lamentáveis como este jamais teriam ocorrido.
Se alguém ainda tem dúvidas, é simples. Basta chamar o Karakus para arbitrar a questão.
Maktub!
João Mellão Neto é jornalista. E-mail: j.mellao@uol.com.br. Site: www.mellao.com.br. Fax: 3845-1794 | |
Pensado e publicado por Aleixo às 15h27
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Sexta feira

Hoje pego as crianças no fim do dia. E como o tempo está bom, devemos ir para o Guarujá.
Antes disso, acho que na hora do almoço, vou ir para uma agência e ver uma Suzuki GSX 750. Estou muito a fim de ter uma moto dessas.
Pensado e publicado por Aleixo às 08h14
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Cinza e Lágrimas

Ontem foi um dia de tiração de sarro em cima de mim. A Gaviões caiu para o grupo de acesso do carnaval e a Mancha subiu, então ontem foi quarta-feira de lágrimas, um horror.
Pelo menos falei com os baixinhos. A Tata disse que estava fazendo tarefa da escola e que tinha vários novos amigos. O Léo, como sempre, falou pouco, mas me disse que não estava usando óculos, fiquei preocupado. Não sei se ele já ia dormir ou não. Tenho que ficar de olho.
Apesar de estar triste, não podia deixar de mandar essa piada do site kibeloco
ATRAVESSANDO O SAMBA
Motorista, saiba como perder 8 pontos em apenas uma avenida:

Mas tem gente dizendo que o carro bateu mesmo porque o boneco da Gaviões quis roubar o relógio e depois deu uma de "João-Sem-Braço". Vá saber...
Pensado e publicado por Aleixo às 11h42
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Carnaval
O Carnaval foi bom. Na sexta era aniversãrio do César e fomos ao Posto 6. No sábado resolvemos ir para o Guarujá. O ruim é que choveu o tempo todo. Mesmo assim, fomos para a rua dos bares e ficamos até tarde por lá. No domingo, foi pior ainda, a chuva foi forte o tempo todo. À noite fomos para o Avelinos. Tava bom, deu para pular carnaval até umas 4 horas. Saí de lá meio surdo. Na segunda, de novo chuva, aí resolvi voltar. À noite fomos para o Direct TV, 70 paus, deu para zoar bastante e acabei chegando em casa às 5. Na terça almocei com meus pais e depois dei um role de carro. Liguei para o Nal e ele, o Charles, o Luís e o Val estavam jogando bilhar. Fui para lá e voltei por volta das 10. Fiquei uns 10 minutos no Amarelo. Tava o César e a Raquel, mais a Neiva (Acho que era esse o nome). Fui dormir cedo pois na quarta comecei a trabalhar bem cedo.
Pensado e publicado por Aleixo às 08h26
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Santo Aleixo
BRASIL, Sudeste, São Paulo, Jardins durante o dia, Morumbi à noite, Jogar conversa fora, debates filosóficos, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Música, Esportes, Beber uma cerveja com os amigos MSN - aleixopereira@ig.com.br
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