MST

Até tu Germano Rigotto, não é possível.

 

 

MST SELECIONA PROFESSORES...

 

O governo Rigotto firmou ontem convênio com o MST (Movimento dos Sem Terra) para a contratação de professores que vão lecionar nos seis acampamentos espalhados pelo RS. Até aí tudo bem. Dar educação para crianças não apenas é louvável, é obrigação de qualquer Estado decente. Ninguém de bom senso pode mandar contra. O problema é que os 50 professores serão selecionados pelo MST, que administrará as escolas, enquanto a conta será paga pelos contribuintes gaúchos.

 

Os educadores serão responsáveis pelo ensino de 800 alunos.

 

 ... E O CONTRIBUINTE PAGA A CONTA

 

Está aberta a porta para que o ensino marxista seja oficializado nas escolas públicas gaúchas, ao menos nas do MST. A partir de agora, crianças serão educadas desde a base para odiar a sociedade em que vivem e sonhar em fazer a revolução de Fidel Castro, Mao e Pol Pot. É isso o que ensinam as escolas do MST. O currículo e a prática não são novidade, afora o fato de agora tudo isso ser oficial, bancado pelo Estado.

 

O acordo foi assinado pelo Secretário da Educação, José Fortunati. "O convênio fortalece as escolas itinerantes, atendendo suas necessidades específicas e garantindo que estas crianças e adolescentes tenham uma educação de boa qualidade", afirmou ele.



 Pensado e publicado por Aleixo às 07h44
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Mensagem do dia

Essa mensagem foi enviada por alguém muito especial. Além do conteúdo, esse é mais um motivo para estar aqui.
Um beijo pra você Gigi.
 
 
Quando alguém encontra seu caminho precisa ter coragem suficiente para dar passos errados. As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada. (Paulo Coelho)


 Pensado e publicado por Aleixo às 12h35
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13 Meses

Esse é o governo Lula!

O jovem mais velho do mundo -  Guilherme Fiúza

28.01.2004 |  No Ministério do Trabalho, Ricardo Berzoini não vai mais poder mandar velhos de 90 anos para a fila da Previdência. No Conselho de Desenvolvimento, Jacques Wagner não vai mais poder discutir a reforma trabalhista que nunca começou no Ministério do Trabalho. No Ministério da Educação, Tarso Genro não vai mais poder distribuir convites entre notáveis para aquelas criativas e inofensivas sessões do Conselho de Desenvolvimento. Fora a aventura Jânio Quadros, que já assumiu pensando no golpe da renúncia, não se tem notícia de um governo que, tão jovem, resolvesse recolher suas cartas e devolvê-las embaralhadas à mesa. Se a torcida estivesse mais atenta ao presidente do que ao herdeiro do Padre Cícero, já estaria desconfiando que Lula não tem a menor idéia do que fazer com a máquina administrativa na mão.
Recentemente, Tony Blair declarou que os governantes deveriam seguir “o que Lula está fazendo” em termos de políticas públicas inovadoras. Ainda bem que esses figurões internacionais não têm a curiosidade de mandar um assessor ao Brasil para testemunhar as inovações do governo Lula. Nem é bom imaginar um técnico inglês batendo na porta do ministro Graziano (já decapitado) e lhe perguntando qual o segredo do combate à fome. “É segredo”, talvez respondesse o atordoado Graziano, fechando a porta antes que o visitante batesse o olho num dos releases-panfletos do Fome Zero, como aqueles que divulgam pantomimas de ciclistas no Lago Paranoá para arrecadação de alimentos.
Esse Brasil que deu certo (aos olhos do mundo) ainda nem começou no Brasil. Ascensão e queda de ministro entretém a imprensa e diverte a platéia, e esta é a única explicação para a tolerância geral com 13 meses de administração pública jogados pela janela. Quem já trabalhou em governo sabe o quanto a máquina demora a engrenar após uma troca de ministro ou secretário. O ex-governador Leonel Brizola era o campeão desse tipo de paralisia. Retardava as nomeações até onde suas conveniências políticas mandassem, e no fim do primeiro ano de administração ainda tinha direção de órgãos importantes pegando no tranco.
Dos quatro anos de gestão, é comum um ministro consumir os dois primeiros com ajustes e obstáculos orçamentários, com a compreensão do que pode fazer com o que tem nas mãos e, eventualmente, com a desmontagem do que o antecessor tinha começado. A ministra das Minas e Energia, por exemplo, gastou boa parte do seu tempo até aqui demolindo o acordo que as distribuidoras de eletricidade tinham feito com o governo passado, para pôr um outro no lugar – que, no final das contas, será a cara do anterior. Na máquina pública, sujeita às intempéries políticas, quase todo passo à frente é antecedido por um passo atrás. Ou seja, é forte a tendência de que não se saia do lugar. Para um governo que troca quase meio Ministério com um ano de vida, o passo à frente começa custando dois passos atrás.
Mais estapafúrdio do que uma operação plástica com um ano de idade, só a decisão de anunciá-la com seis meses de vida (sem dar os nomes dos bois). Conseguiu-se, com isso, uma rara esquizofrenia: do office boy ao ministro, boa parte da máquina governamental recém-empossada passou a trabalhar sob o signo do provisório. Miro Teixeira, por exemplo, que talvez até tivesse boas idéias para a Comunicação brasileira, preferiu fazer bravatas contra os índices das tarifas telefônicas – para no final das contas conceder, pateticamente, os aumentos integrais, sem nem um decimal da redução pela qual se esgoelara. Como acreditar no funcionamento de um governo que tem ministros tomando cafezinho frio antes de um ano no cargo? (As copeiras são o mais sensível termômetro de autoridade nas estruturas do poder.)
O mais inquietante em relação ao futuro do governo Lula, porém, concentra-se na reviravolta mais estranha de todas: a do Ministério da Educação. Cristovam Buarque, o ministro demitido por telefone, vem a ser, sem favor algum, o perfil mais qualificado do PT – aquilo que os burocratas partidários chamam de “um grande quadro”. Ninguém no partido, nem Lula, é capaz de fazer frente ao ex-governador do Distrito Federal num debate sobre questões de Estado. Ele jamais acusou o Plano Real de estelionato eleitoral (como fez o resto do PT) e, por outro lado, sempre defendeu que o partido se livrasse da armadilha do debate economicista – defendendo que políticas sociais consistentes e inovadoras seriam a verdadeira locomotiva do desenvolvimento. É difícil compreender um político dessa magnitude sendo tratado como um militante de quinta categoria por um partido que acaba de chegar ao poder.
Só há uma explicação possível – e ela talvez resuma toda essa reforma ministerial surrealista: o PT, possivelmente sem sentir, estaria confundindo a República Federativa do Brasil com a Igreja Luiz Inácio Lula da Silva. Nesta hipótese, que significa o seqüestro da administração pela política, desaparecem as diferenças entre um Cristovam Buarque e um Anderson Adauto (o ministro acusado de corrupção que acabou prestigiado). E se todos os gatos são pardos, ninguém vai nem se importar de ver que, pela mesma porta que sai um dos responsáveis pela difusão da Bolsa Escola no país, entra um eminente afilhado do lendário Paes de Andrade, o rei de Mombaça.



 Pensado e publicado por Aleixo às 11h15
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Guarujá e violência

Mais um daqueles casos estarrecedores. Dois jovens saem da Praia Grande e vão para o Guarujá se divertir no Sábado à tarde. Ao pararem o carro, são abordados por quatro bandidos - 2 "de menor". Uma das vítmas era militar, conclusão são amarrados e ficam observando os seus algozes cavarem suas sepulturas momentos antes de serem atingidos por disparos. Lamento, mas pena de morte é pouco para esses caras.

 Pensado e publicado por Aleixo às 14h19
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Chove chuva

Pedimos tanto por chuva aqui em São Paulo, que São Pedro resolveu dar uma força. Desde de domingo à noite, praticamente não parou de chover. Já estamos todos enrugados e cheirando a mofo (eca!). Estou brincando mas ainda bem que está chovendo, pior seria ficar sem água. Racionamento é um saco.

Ontem foi um dia bem cansativo, um pequena reunião externa das 14:30 às 18:30 - básica. Depois voltar de Santo Amaro até a Paulista e voltar pro Morumbi com um pequenino trânsito, foi bem "divertido". Espero que hoje seja um pouco mais fácil.



 Pensado e publicado por Aleixo às 14h00
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Fim de semana

Voltando ao tema fim de semana, como já era previsto foi extremamente corrido.

Desde a sexta-feira à noite, quando peguei meus baixinhos até o domingo na hora de deixá-los atividades mil.

Sexta-feira shopping, McDonalds, pizzaria com os avós, tudo em função deles. No sábado, passei no escritório pois a Sabrina pediu e bagunça total. Risca, rabisca, corta, cola, só fui respirar na hora do almoço. À tarde fomos ao Pacaembu ver o Coringão ganhar (pra variar) do Rio Branco. Mas que trabalho, tente você sozinho segurar dois anjinhos durante duas horas num estádio de futebol, tarefa hercúlea.

No domingo ficamos em casa até mais tarde e fomos para a casa da minha avó fazer um churrasco. Lá as crianças se divertem muito, ficam bem livres.

Durante o domingo, várias vezes o Léo pedia para ficar comigo, pra sempre, muito duro.

Quando foi chegando a hora de ir embora novamente a insistência para ficar. No fim, com muito jeito, acabaram indo.

Foi muito bom novamente este fim de semana com as crianças.



 Pensado e publicado por Aleixo às 11h17
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SP 450

Este era para ter entrado ontem, porém não tive tempo. De qualquer forma, ganha um sentido ainda maior, a parte final, quando diz que o nome de nossa cidade deveria ser Corínthians. Afinal de contas, ganhamos mais um final em cima dos bambis.

Papo com o Juca

JUCA KFOURI
juca@lancenet.com.br

É preciso parar para pensar

A cidade de São Paulo é berço de alguns dos maiores atletas do mundo. Em São Paulo nasceram, só para citar alguns poucos, a rainha do tênis Maria Esther Bueno; o melhor jogador de basquete de nossa história, Amaury Pasos; Ayrton Senna da Silva e Emerson Fittipaldi; o tricampeão olímpico de salto triplo Ademar Ferreira da Silva e Roberto Rivellino, o melhor jogador da história do time mais popular da cidade e um dos melhores do mundo. Só nos últimos 10 anos do Século 20, São Paulo viu o seu Trio de Ferro – Corinthians, São Paulo e Palmeiras – ganhar três taças Libertadores e três títulos mundiais de clubes. São Paulo tem o Morumbi, o Pacaembu, o ginásio do Ibirapuera, para não falar do Pinheiros, do Paulistano, do Espéria, Tietê... Ah, o Tietê! Ainda nos anos 50 era possível remar no rio Tietê. São Paulo é como o Brasil, terra de contrastes também no esporte. Porque ao lado de tanta coisa boa, a maior cidade do país ainda não foi capaz de botar sua população para fazer esportes – com a saúde como objetivo e não as medalhas. A exemplo do que acontece com o Brasil, São Paulo ainda não foi capaz de formular uma política esportiva, não conseguiu transformar suas ruas e praças em locais de prática esportiva. Nem mesmo suas escolas ou estacionamentos, que fecham nos fins de semana. E olhe que, para ser justo, a cidade tem hoje a melhor secretária de Esportes que a cidade já viu em 450 anos, Nádia Campeão, uma moça de aparência frágil e atitudes firmes. São Paulo precisa parar. Para pensar. Pensar que é da quantidade que se tira a qualidade, que mesmo sem ter como meta formar campeões, a democratização do acesso ao esporte, naturalmente, os produz. Pensar que no Brasil o ministério da Saúde é o ministério da doença, do correr atrás para atender tantas carências, ao passo que o ministério dos Esportes é o da saúde, da prevenção que desafogaria os hospitais. Andar, correr, pular, brincar, jogar, se mexer, de maneira organizada, sistemática, só faz bem. E São Paulo pode. Não é preciso construir centros olímpicos, erguer equipamentos suntuosos, nada disso. São Paulo acaba todos os anos, há décadas, correndo na simpática prova de São Silvestre. Mas começa o ano seguinte, há séculos, apenas na corrida pela sobrevivência. Como se sobreviver não incluísse a qualidade de vida, que não pode prescindir do esporte. São Paulo, como se viu lá em cima, é berço de atletas extraordinários. Mas ainda não descobriu sua vocação para o esporte. Foi sede, em 1963, lá se vão mais de 40 anos, de uma inesquecível edição dos Jogos Pan-Americanos. E nunca mais, porque jamais foi prioridade exercer o cosmopolitismo da cidade por meio da atividade esportiva. E se um dia a cidade quiser mesmo receber, por exemplo, as Olimpíadas, terá antes de se mostrar ao mundo como uma gigantesca praça esportiva, onde o grande atleta é o cidadão comum. Quem sabe, então, será corrigido, também, o erro original que data da fundação da cidade, cujo maior problema é não se chamar Corinthians... (Artigo originalmente publicado no jornal "Unidade", do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo)



 Pensado e publicado por Aleixo às 11h01
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Santo Aleixo
BRASIL, Sudeste, São Paulo, Jardins durante o dia, Morumbi à noite, Jogar conversa fora, debates filosóficos, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Música, Esportes, Beber uma cerveja com os amigos
MSN - aleixopereira@ig.com.br





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